Sistema inteligente de gestão, detecção e monitoramento de incêndios florestais em tempo real.
O DESAFIO
Propriedades rurais sem monitoramento descobrem um incêndio horas depois que ele começou — quando já se transformou em uma emergência de grande proporção. O tempo de resposta é o fator que mais pesa no prejuízo: cada hora de atraso multiplica a área queimada, o custo de combate e o risco à vida.
Sem um sistema estruturado, o gestor depende da sorte, do vizinho ou da denúncia tardia. E com a Lei nº 14.944/2024 em vigor, monitorar deixou de ser um diferencial — passou a ser parte do dever legal de quem cuida de uma área rural.
NA PRÁTICA
Uso de imagens de satélite, sensores e inteligência de dados para identificar focos de calor e fumaça ainda nas primeiras horas.
Notificações automáticas no celular do gestor e da brigada no exato momento em que o foco é detectado — sem ruído, com coordenadas precisas.
Painel único com histórico, status, mapa de risco e registro de ocorrências — tudo pronto para auditoria legal e tomada de decisão.
Atuação 24/7 em qualquer parte da sua propriedade — mesmo em áreas de difícil acesso, sem depender de ronda presencial constante.
PÚBLICO
A plataforma é indicada para fazendas de médio e grande porte, cooperativas, empresas do agronegócio, reservas particulares, concessionárias florestais e gestores de áreas extensas que precisam de visibilidade sobre o risco de fogo sem ampliar indefinidamente a equipe de campo.
BENEFÍCIOS
PERGUNTAS FREQUENTES
Material para quem avalia adotar uma plataforma de monitoramento de incêndios rurais. Cada análise reúne o funcionamento da detecção precoce, a integração com a brigada e o encaixe com as exigências de prevenção da Lei 14.944/2024.
Fazendas de médio e grande porte no Cerrado e no Pantanal têm áreas extensas e acessos difíceis. Vigiar tudo presencialmente é inviável, e é justamente na janela entre o início do foco e a descoberta que o prejuízo se forma. A plataforma de monitoramento de incêndios rurais ataca esse intervalo, reduzindo o tempo de detecção para que a resposta comece cedo.
Detectar não basta: o valor está em transformar o alerta em resposta coordenada. A plataforma centraliza a informação e aciona a brigada com localização e contexto, encurtando o caminho entre o sinal e a chegada da equipe ao ponto certo. Esse fluxo é o que diferencia monitoramento de simples observação.
A Resolução COMIF nº 3, de 6 de agosto de 2025, indica sistemas de comunicação, alerta e monitoramento entre as medidas de prevenção esperadas em imóveis rurais, com exigências que aumentam conforme o porte da propriedade. Adotar uma plataforma de detecção contribui diretamente para o cumprimento desses parâmetros mínimos.
O gestor rural raramente está fisicamente em todos os pontos da propriedade ao mesmo tempo. O monitoramento remoto permite acompanhar setores críticos de qualquer lugar, com registro do que acontece. Isso dá previsibilidade à operação e reduz a sensação de estar sempre correndo atrás do fogo depois que ele já cresceu.
A plataforma não opera sozinha. Ela existe para orientar a brigada e o plano de combate, indicando onde agir primeiro. Como serviço integrado, a Ellos Soluções conecta detecção, plano operativo e equipe treinada, de modo que a informação vire ação sem ruído entre fornecedores.
Por ser um serviço digital, o monitoramento pode ser entregue remotamente a propriedades fora do Mato Grosso, mantendo o mesmo padrão técnico. O foco comercial é o agro de MT, mas a plataforma atende propriedades em todo o Brasil.
Cooperativas, concessionárias e empresas do agronegócio precisam demonstrar gestão de risco, não apenas afirmá-la. Registros de monitoramento funcionam como prova concreta de que a propriedade acompanha o risco de incêndio de forma ativa, algo que pesa em avaliações de seguradoras e de instituições de crédito rural.
O monitoramento ganha força quando está amarrado ao plano de prevenção e à brigada. A Resolução COMIF nº 3/2025 valoriza, nas propriedades maiores, a adoção de planos de manejo integrado do fogo, e a plataforma entra como o componente de vigilância ativa desse conjunto. Integrar as camadas evita lacunas que a fiscalização e a seguradora sabem identificar.
A quantidade de sensores e câmeras depende do tamanho, do relevo e das áreas críticas mapeadas no diagnóstico. Por isso a solução é dimensionada caso a caso, evitando tanto o excesso quanto a cobertura insuficiente. O objetivo é vigilância proporcional ao risco real.